invoice
O núcleo do produto: faturas, recibos e despesas. É daqui que vem a raiz do nome — reconhecível em qualquer língua de negócios.
Porque é que se chama invoxe — e como vamos de um piloto em Portugal até ao resto da Europa, um mercado de cada vez.
Três ideias numa só palavra — fatura, voz da IA e digital.
O núcleo do produto: faturas, recibos e despesas. É daqui que vem a raiz do nome — reconhecível em qualquer língua de negócios.
A IA que “lê” e dá voz ao documento (OCR). O «x» transmite tecnologia e automação — o toque fintech.
A terminação eletrónica, como em e-fatura ou e-mail. Curto (6 letras), fácil de dizer em PT/ES/EN/FR/IT e memorável.
Escolhido também por ser pronunciável em várias línguas, sem conotações negativas, registável como marca e com domínio global — pensado desde o início para crescer para fora de Portugal.
Portugal é um mercado exigente: digitalização certificada, SAF-T e regras apertadas da AT. Em vez de fugir dessa complexidade, fazemos dela a nossa vantagem. Um produto que cumpre aqui está pronto para cumprir em qualquer mercado europeu — e a integração com os ERPs nacionais cria uma relação difícil de substituir.
O mesmo playbook, mercado a mercado: legislação local resolvida + integração com o que já usam.
Começamos onde as regras são mais exigentes. Se resolvemos a conformidade portuguesa, resolvemos em qualquer lado — é o nosso fosso competitivo.
A base legal de digitalização é partilhada (PT/ES/IT/FR). Levamos o mesmo playbook para o território da Tickelia e da Exaccta — já validado em Portugal.
Com o motor de conformidade e o produto maduros, replicamos país a país, sempre com o mesmo princípio: legislação local resolvida + integração com o software que já usam.
A conformidade portuguesa é o teste mais duro. Passá-lo torna cada mercado seguinte mais fácil — e o invoxe na referência por onde os outros se comparam.